sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Só crê quem vê 2 e 3

Continuação da passada. (na verdade já escrevi o 4 e 5. Não percam o 4!!!)

Capítulo 2

PENSAMENTOS DAS TESTEMUNHAS – JOÃO ACREDITA – O BATISMO DO “BICHO” – AS PISTAS – INÍCIO À CAÇA

No outro dia Alice, Alberto e João fora para a escola, Alice ficou pensando um jeito de provar a existência daquele “bicho” enquanto Alberto pensava que se o capturasse iria deixar Alice feliz e iria ficar famoso, e por isso ele já estava pensando em antecipar o nome dele.

Ao recreio os três se encontraram, e, passo a passo os dois contaram para João o que havia acontecido, João até acreditou, e então Alberto disse:

- “Hei gente”, que tal nós dar um nome pra aquele “bichinho”?

- Seria bom - disse Alice –

- Que tal “Esquisitóide”? – sugeriu Alberto.-

- Que tal batizá-lo de “flyerwateralive”?

- Huh? O que é esse “flyerwateralive”?

- É água-viva voadora literalmente traduzida para o inglês – disse João. –

- Mas o nome é muito grande, então porque não fazemos uma abreviatura como “fwa”? – disse Alice. –

- Ficaria “ful-á” - disse Alberto. –

Os três concordaram e agora tentarão achar algum jeito de provar a existência de ful-á.

-Para onde ele havia ido? – pergunta João, quando os três se encontram na casa de Alice.

- O ful-á foi para trás daquela montanha lá – diz Alberto, por estar presente na hora do fenômeno. –

- A colina das árvores?

- Sim, lá é a Colina das Árvores – afirma João. –

- João, a que velocidade o ful-á fugiu?

- Ele fugiu tão rápido quanto um carro, mas quando ele vinha ele era bem lento...

- Quer dizer que ele sentiu medo de nós e foi procurar um esconderijo, que é a Colina das Árvores, mas quando ele está mais à vontade ele fica mais vagaroso... – sugeriu Alice como teoria. –

- O que quer dizer que se explorarmos essa colina, talvez nós podemos o capturar e alcançar nosso objetivo! – diz João –

- Então vamos para lá? – diz Alice –

- Sim! – todos concordam. –

Capítulo 3

A Busca Começa

Os nossos três aventureiros começaram a busca por ful-á. Primeiro os três pularam o muro de sua casa e partiram para a Colina das Árvores. Chegando lá ficaram com medo de não conseguir subir lá. Mas eles não hesitaram e subiram. Chegando a metade já estavam cansados.

- Eu não me agüento mais! – disse Alberto –

- Mas nós temos que chegar ao topo da montanha, Alberto! – retrucou Alice –

- Mas nós temos que chegar ao topo da montanha, Alberto! – retrucou Alice –

- Devíamos ter levado água... – disse João. –

- Desse jeito nós nunca iremos pegar ful-á!

- Vamos, chega de “enrolaceira” (sic.)! – disse João. -

E os três continuaram a busca. Chegando ao topo da colina desceram para procurar melhor, talvez ful-á estava mais escondido.

- Nossos pais! Eles não sabem onde estamos! – lembrou João. –

- Verdade! Temos que voltar! – falou Alice. –

- Depois disso tudo temos que voltar? –

- É necessário, meus pais não vão gostar disso, vamos logo! – retrucou Alice. –

E os três voltaram sem nenhuma vantagem.Chegando em casa eles foram ver se seus pais haviam se preocupado com eles. Felizmente, o pai de Alice e João (Antônio) e a mãe deles pensaram em deixa-los “brincando”:

- Oi pai – disse Alice. –

- Oi filha, estava legal brincar lá hoje?

- Na verdade, nós não estávamos brinc (corte de Alice) – quase disse Alberto. –

- Isso mesmo, nós não estávamos brincando, nós estávamos conversando um pouco – interrompeu Alice. –

Enquanto Alice interrompeu a besteira que Alberto quase cometeu, João cochichou a Alberto:

- Não diga que nós fomos à colina, meu pai ainda não sabe, e ele vai ficar brabo!

- E para quê vocês pausaram para vir aqui? – perguntou Antônio, obviamente sem ouvir o cochicho de João. –

- Para... Uh...

- Beber um copo d’água! – João interrompendo Alice. –

Os três imediatamente foram beber água. Depois disso eles foram novamente ao jardim, dessa vez para conversar.

- Como iremos ir para a colina se nossos pais irão ficar preocupados? – perguntou João. –

- É só dizer que fomos brincar – disse Alice. –

- Mas que razão para brincar lá?

- A estrutura geográfica de lá é diferente daqui, é só dizermos que iremos porque lá é mais alto e com relevo mais ondulado. – respondeu Alice. –

Todos concordaram exceto Alberto que nem falou para prevenir mais motivos para ir à colina, pois ele ficaria muito cansado. Foi isso que João e Alice disseram a seus pais isso mesmo. Alberto decidiu ficar em casa, por que já havia se cansado muito na primeira vez que foi.

Os dois fizeram o mesmo percurso que fizeram antes, dessa vez com água devido a primeira viagem, e ao chegar ao topo desceram e procuraram por ful-á do mesmo jeito, só que dessa vez com menos esperança de encontra-lo, pois com o tempo ele poderia ter fugido para longe. Examinaram tudo, foram até além da montanha, procuraram sempre em vão.Até que acharam uma gosma no chão.

- De quem seria essa gosma?

- Nenhum bicho tem essa gosma, acho que é do ful-á! – respondeu Alice com muita felicidade. –

João guardou a primeira grande pista que houvera em sua mochila, marcando o local onde achou a gosma.

- Vamos voltar, talvez nossos pais acreditem que ful-á exista! – falou ansiosamente Alice. -

- Não, primeiro nós veremos se há mais pistas aqui.

E os dois continuaram a procurar, até que acharam outra grande surpresa...